sábado, 6 de junho de 2015

Madagascar - A Ilha Misteriosa (Vídeo)

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Publicado em 29 de jul de 2012
Madagascar é refúgio de plantas e animais que vieram da pré-história. Eles foram se adaptando às alterações do clima e do tempo, mas mudaram de maneira diferente. O chefe da expedição está em boas mãos. Ele e a botânica Lucille Allorge vão enfrentar os caminhos íngremes de Madagascar. A vegetação já é uma surpresa: como pode crescer apesar da pouca luz que vem do céu e da escassa umidade do solo?
E os bichos? Como são originais e parecem excitados com a visita! Lêmures, que são parentes dos macacos e, sobretudo, os camaleões, acharam na ilha um refúgio ideal.



CLIQUE E ACESSE:

https://www.youtube.com/watch?v=_z0ALmW1cKc

terça-feira, 26 de maio de 2015

Moçambique perdeu a metade de seus elefantes em cinco anos por caça ilegal

Último balanço apresenta uma queda dramática, de 48%, no número de elefantes

Publicado em 26/05/2015, às 09h50

Da AFP

WCS também estima que 95% dos elefantes foram dizimados na parte norte do Moçambique / Foto: DIPTENDU DUTTA / AFP

WCS também estima que 95% dos elefantes foram dizimados na parte norte do Moçambique

Foto: DIPTENDU DUTTA / AFP

O número de elefantes em Moçambique caiu à metade nos últimos cinco anos, devido à caça ilegal para a obtenção de marfim, segundo a ONG americana Wildlife Conservation Society (WCS).
"O último balanço apresenta uma queda dramática, de 48%, no número de elefantes nos últimos cinco anos, passando de 20.000 a 10.300 elefantes. Esta baixa se deve à caça desenfreada que afeta as mais importantes populações de elefantes", afirma a WCS em um comunicado enviado nesta terça-feira à AFP. O balanço contabilizado pela WCS foi feito com análises a partir de um avião, em uma mostra de 10% do território.
A WCS também estima que 95% dos elefantes foram dizimados na parte norte do Moçambique, na fronteira com a Tanzânia, onde a população de elefantes passou de 15.400 a 6.100. Organizações calculam que 30.000 elefantes são ilegalmente assassinados no continente africano todos os anos para alimentar o comércio de marfim, essencialmente destinado à China e a outros países da Ásia.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

A beleza exótica de Madagascar

Por Redação iG Turismo | 25/09/2011 16:49
 

Você deve ter dado boas risadas com os bichinhos da animação “Madagascar”, mas provavelmente não se aprofundou no tema tanto assim

Frank Vassen / Flickr
Masoala National Park, em Madagascar

Madagascar, país africano que engloba a Ilha de Madagascar e algumas ilhotas vizinhas, fica na costa de Moçambique, e há muito tem sido casa para diversas espécies selvagens e únicas. Embora seja sempre simbolizado pelos imensos e incríveis baobás, este grande pedaço de terra (mais ou menos do tamanho da França) também reúne mais de 250 mil espécies, 70% das quais só existentes ali.

    A beleza exótica de Madagascar
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Além do lêmure – aquele “bichinho” que se tornou popular entre as crianças em função do programa infantil “Zoboomafoo” - o lugar também abriga centenas de coloridos sapos (muitos deles extremamente venenosos), lagartos, camaleões, pássaros, cobras e mamíferos como o fossa (Cryptoprocta ferox) - o maior mamífero daquele pedaço de terra.
É no Parque Nacional Masoala, no nordeste da ilha, que a vida selvagem pode ser realmente observada em toda sua vitalidade. A área de proteção ambiental pode ser explorada com a companhia de guias, que conduzem diferentes atividades: trekking, avistamento de baleias, passeios de barco e visita a centros de produção de essência de baunilha.


Frank Vassen / Flickr
Masoala National Park, Madagascar
Leia tudo sobre: Vida selvagem • internacional • Estados Unidos • África • Brasil




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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Edson Paim no Twitter e no Facebook

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  • sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

    Conheça as 10 melhores ilhas do mundo


    Cinco das 10 melhores ilhas da América do Sul estão no Brasil. Elas estão entre os vencedores do Travelers’ Choice 2014, do TriAdvisor. O paraíso tropical de Fernando de Noronha ficou em segundo lugar na avaliação dos viajantes. (Veja lista completa).

    Em seu segundo ano, o prêmio anual reconhece mais de 100 ilhas em todo o mundo, incluindo as listas das 10 melhores ilhas da África, Ásia, Caribe, Europa, América do Sul, Pacífico Sul e EUA. A Ilha de Páscoa, no Chile, ficou em nono lugar entre as melhores do mundo e em primeiro na América do Sul.  

    A melhor ilha do mundo é “Ambergris Caye”, de Belize. As vencedoras do Travelers’ Choice são determinadas com base na qualidade e na quantidade de avaliações, dos últimos 12 meses, de hotéis, restaurantes e atrações listados em cada ilha no site do TripAdvisor.

    “Há algum receio ao escolher uma ilha para passar as férias, e essas ilhas vencedoras na Escolha dos Viajantes os ajudarão a encontrar sua próxima viagem,” afirmou Barbara Messing, diretora de marketing do TripAdvisor.

    “Desde os recifes de corais de Ambergris Caye até as praias de Ko Tao, essas ilhas vencedoras foram muito bem avaliadas por viajantes de todo o mundo”.


    10 Melhores Ilhas do Mundo:

    1. Ambergris Caye, Belize
    2. Providenciales,  Turcos e Caicos 
    3. Bora Bora, Polinésia Francesa
    4. Marco Island, Estados Unidos
    5. Lewis and Harris, Escócia
    6. Naxos, Grécia
    7. Aitutaki, Ilhas Cook
    8. Nosy Be, Madagascar
    9. Easter Island, Chile
    10. Ko Tao, Tailândia

    10 Melhores Ilhas da América do Sul:

    1.    Ilha de Páscoa, Chile
    2.    Fernando de Noronha, Pernambuco, Brasil
    3.    Ilha de Tinharé, Bahia, Brasil
    4.    Ilha de Boipeba, Bahia, Brasil
    5.    Ilhabela, São Paulo, Brasil
    6.    Santa Cruz, Equador
    7.    Ilha Grande, Rio de Janeiro, Brasil
    8.    Ilha de Chiloe, Chile
    9.    Isabela, Equador
    10.  Ilha de Providência, Colômbia


    terça-feira, 4 de fevereiro de 2014


    Fevereiro pode definir o rumo de 2014

     
    3/2/2014 13:33
    Por Antonio Lassance - de Brasília

    O Congresso, com uma pauta extremamente polêmica e, por isso mesmo, com dificuldades de acordo, corre o risco de atravessar o mês paralisado
    O Congresso, com uma pauta extremamente polêmica e, por isso mesmo, com dificuldades de acordo, corre o risco de atravessar o mês paralisado
    O mês promete ser animado e cheio de surpresas na política. Fevereiro tem ingredientes mais que suficientes para dar a embocadura do ano de 2014.
    É possível dizer que fevereiro, junho (mês da Copa) e outubro são os três meses cruciais da presidência Dilma Rousseff.
    Em fevereiro, Dilma promove sua reforma ministerial e busca, com isso, consolidar as alianças favoráveis à sua reeleição em 2014.
    O Congresso, com uma pauta extremamente polêmica e, por isso mesmo, com dificuldades de acordo, corre o risco de atravessar o mês paralisado. Se houve dificuldades sobretudo com a Câmara no ano passado, neste ano os problemas tendem a ser ainda mais difíceis de serem equacionados.
    No Supremo, a novidade é o andamento do mensalão tucano. O ministro relator do caso, Luís Roberto Barroso, abrirá oficialmente em fevereiro o prazo para a defesa dos acusados. Respondem junto ao Supremo apenas o deputado Eduardo Azeredo (do PSDB-MG) e o senador Clésio Andrade (PMDB-MG).
    Ao contrário da AP-470, em que todos os réus responderam junto ao Supremo, o processo do mensalão tucano foi desmembrado. A maioria dos acusados responderá na Justiça de primeira instância. O ministro Celso de Mello é o ministro revisor do caso.
    O julgamento do mensalão tucano faz o contraponto com o escândalo atribuído aos petistas.
    De todo modo, ainda estão pendentes de decisão, sobre a AP-470, a expedição dos mandados de prisão do deputado João Paulo Cunha e do ex-deputado Roberto Jefferson.
    O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, já se manifestou pela prisão de Jefferson em estabelecimento prisional, negando inclusive a prisão domiciliar.
    Os desdobramentos do caso de João Paulo Cunha no Supremo se refletirão na Câmara, que aguarda a decisão do STF para dar início ao processo de cassação do deputado.
    Ao mesmo tempo, é bom lembrar que ainda há de ser concluído o julgamento dos réus do mensalão pelo crime de formação de quadrilha, o que pode elevar a pena e alterar o regime de prisão de alguns dos réus, como no caso do ex-ministro José Dirceu.
    Outra questão central do mês de fevereiro é a do reajuste das tarifas de transporte coletivo. O Rio de janeiro e Porto Alegre têm possivelmente a situação mais crítica, pois pretendem realizar reajustar ainda neste mês.
    O prefeito da capital fluminense anunciou que as passagens terão reajuste no dia 8 de fevereiro. Antes disso, diversos grupos promoverão, no dia 6, manifestações de protesto contra o aumento das tarifas.
    O prefeito de São Paulo, por sua vez, declarou que não haverá aumento. Da mesma forma fez o prefeito de Salvador.
    Em Curitiba, apesar da intenção da prefeitura de promover reajuste em 2014, o Tribunal de Contas determinou, ao contrário, que a tarifa seja reduzida. De todo modo, a decisão do Tribunal pode se tornar o próprio mote dos protestos.
    Em Belo Horizonte, também já ocorreram mobilizações no mesmo sentido: forçar a redução da tarifa. A tarifa chegou a ser reduzida, no ano passado, mas as intermunicipais foram elevadas em mais de 6%.
    Na Bahia, também são as passagens de ônibus intermunicipais que estão sofrendo maiores reajustes.
    As prefeituras de outras cidades, como Vitória, postergaram a decisão sobre o reajuste.
    O mês, portanto, promete ser um teste para avaliar em que medida podem ocorrer protestos da mesma dimensão e intensidade dos que ocorreram em 2013.
    A consequência desse quadro deveria ser a retomada das discussões no Congresso para encontrar soluções de aumento dos subsídios e redução das tarifas de transportes nas cidades.
    No entanto, o quadro de desavenças no Congresso torna pouco provável que isso aconteça, a não ser que os protestos ameacem mais uma vez ganhar volume e intensidade suficientes para apavorar os parlamentares e estimulá-los a retomar a pauta prioritária surgida, no ano passado, justamente a partir dos protestos.
    O impasse se revela uma boa oportunidade para a presidência Dilma retomar uma ofensiva no Congresso, priorizando tal questão. Não deixaria de ser uma pauta positiva capaz de suplantar outras que, potencialmente, são consideradas explosivas, como é o caso das propostas de emenda à constituição que estabelecem pisos salariais nacionais para várias categorias.
    Mesmo o marco civil da internet pode se tornar um problema. Apesar da prioridade do governo Dilma em defesa da proposta de marco civil, ela tem grandes chances de ser derrotada pela aliança do PMDB com partidos de oposição, que ameaçam retirar pontos considerados centrais, como o da neutralidade da rede.
    Enquanto isso, os candidatos da oposição só devem de fato apresentar novidades em março.
    A definição de Marina como vice de Eduardo Campos ainda depende do desenrolar das negociações entre PSB e Rede sobre o candidato próprio em São Paulo.
    Aécio jogou para março o lançamento de sua candidatura. Embora todos já saibam que ele é o candidato do PSDB, o tucano diz que a candidatura “pode” ser lançada só em março. Ainda assim, não de forma oficial, mas oficiosa.
    Enfim, fevereiro promete ser animado e cheio de surpresas. O mês tem ingredientes mais que suficientes para dar a embocadura do ano de 2014.
    Antonio Lassance, é pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e professor de Ciência Política

    quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

    A segurança na Copa (Ilimar Franco)


                 As Forças Armadas terão uma força de contingência, com homens aquartelados, e prontos para a ação, em todas as cidades sedes de jogos da Copa. Esta entrará em campo em caso de falência da atuação dos governos estaduais para garantir a segurança pública. O Ministério da Defesa também atua para ampliar a integração com as polícias civil e militar. E nega que seja sua a proposta, de criar um ‘curralzinho’ para manifestações.

    A sucessão, a Copa e os protestos
    A oposição aposta em protestos durante a Copa, para criar embaraços para a presidente Dilma. Mas os estrategistas da campanha pela reeleição avaliam que estas manifestações afetarão o governo federal, mas também os governos locais. Eles lembram o efeito do levante, de junho de 2013, sobre o governador Sérgio Cabral (RJ). E apostam que parcela da opinião pública ficará contra esses movimentos. Especulam ainda que eles podem até transformar a presidente em vítima. Por fim, dizem aliviados que o pior cenário, o da surpresa, está afastado, devido aos eventos de junho último. E acreditam que o clima “Salve a Seleção” vai limitar o espaço dos radicais.

    Eles querem que eu vá para a pasta do João Santana. Que eu segure a pasta do João Santana. Se for isso, acho muito bom

    Paulo Bernardo
    Ministro do Planejamento, ironizando, para integrante do comando da campanha da reeleição, o movimento de petistas para derrubá-lo do cargo

    Fim das resistências
    O PSB paulista foi ganho para a candidatura própria ao governo. Ontem, o vice do partido, Fernando Bezerra Coelho, acertou os ponteiros. Defensor do apoio ao PSDB, o deputado Márcio França, pode ser o candidato dos socialistas.

    Reforço de caixa
    As emendas impositivas engordaram o orçamento da Secretaria das Mulheres. A ministra Eleonora Menicucci terá US$ 13,1 milhões a mais para investimentos. A previsão inicial era de R$ 73,9 milhões de uma verba global de R$ 217 milhões. A bancada das mulheres, que representa 8% da Câmara, responde por 53% dos novos recursos.

    Novo foco de divergência
    Irritação no PMDB. O prefeito de Anápolis, Antônio Gomide (PT), anunciou que é candidato ao governo de Goiás. O principal aliado do governo Dilma contava como certo o apoio dos petistas ao seu candidato, Junior da Friboi.

    Fidelidade só na TV
    Os candidatos do PDT aos governos estaduais Pedro Taques (MT), Vieira da Cunha (RS) e Reguffe (DF) foram liberados para abrir seus palanques para os candidatos da oposição ao Planalto. O compromisso dos trabalhistas com a reeleição da presidente Dilma é garantir o tempo de TV do partido nas eleições presidenciais.

    Correndo contra o tempo
    Os deputados reagem contra os prazos e regras para liberação das emendas impositivas. As cidades contempladas com recursos devem ser indicadas até 10 de fevereiro. E os projetos executivos têm que ser entregues até 20 de março.

    Redução de danos
    O Fundo Global para o Meio Ambiente aprovou projeto da ministra Izabela Teixeira e vai liberar US$ 7,5 milhões para reduzir as emissões tóxicas da indústria siderúrgica. Esta é uma das metas aprovadas pela Conferência de Copenhague.
    Como o tucano Aécio Neves, o socialista Eduardo Campos também está com dificuldades para construir um palanque no Rio de Janeiro.