terça-feira, 27 de outubro de 2009

Onça Pintada


Conheça a onça pintada, foto da onça pintada, alimentação, classificação, comportamento deste felino, reprodução, animal selvagem

onça pintada
Onça Pintada: presença nas matas e florestas do Brasil


CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Género: Panthera
Espécie: P. onca


INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

  • A onça pintada é uma espécie carnívora e alimenta-se, principalmente, de capivaras, serpentes, coelhos, veados, antas e outros mamíferos de pequeno porte. Come também peixes que ela mesma captura em rios, pois possui a capacidade de nadar

  • O acasalamento da onça pintada ocorre em qualquer época do ano e a fêmea costuma gerar de 1 a 4 filhotes por ano. Quando nasce, o filhote costuma pesar 1 kg aproximadamente.

  • Esta espécie mamífera habita uma vasta região que vai do sul dos Estados Unidos até a Argentina. Esta presente em grande quantidade nas matas e florestas tropicais do Brasil.

  • Possui mandíbulas muito fortes e, por isso, atacam suas vítimas mordendo na região do crânio

  • O animal macho atinge a maturidade sexual por volta dos 3 anos, enquanto a fêmea alcança com apenas 2 anos.

  • A expectativa de vida desta espécie (vivendo de forma selvagem) é de 12 anos aproximadamente. Em cativeiro, a onça pintada pode passar de 20 anos.

  • Para caçar, as onças preferem o período da noite.


CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
:

Período de gestação: 95 a 110 dias
Comprimento: em média 1,80 m (macho) e 1,40 m (fêmea)
Peso: aproximadamente 100 kg
Cor: mesclada de amarelo, preto e branco
Altura: aproximadamente 80 cm

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Polícia apreende 225 filhotes de papagaio em São Paulo

São Paulo - A Polícia Ambiental apreendeu hoje cerca de 225 filhotes de papagaio no município de Regente Feijó, no interior de São Paulo. Segundo a Polícia Ambiental, os filhotes, com menos de uma semana de vida, estavam sendo transportados em caixas de madeira, sem proteção e alimentação adequada, e foram apreendidos numa estrada de terra, perto do município de Presidente Prudente.

Adelino Galindo da Silva tentou fugir, mas foi detido. Em depoimento, ele disse à polícia que estava levando os papagaios de Mato Grosso do Sul para vender em São Paulo. Ele foi autuado por infração ambiental, crime do artigo 29 da lei de crimes ambientais, porque transportava animais silvestres sem licença do órgão ambiental competente, cuja pena é de seis meses a um ano de detenção. Além disso, ele foi multado em R$ 125.800,00. Os filhotes foram levados ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de Assis, também no interior paulista.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Primavera renova vida silvestre e garante espetáculo em MS




Setembro anuncia o começo da primavera e de um período de “baby boom” que renova a vida nos arredores dos bairros de Campo Grande e no interior.

Enquanto o frio e o tempo seco se despedem, grande parte dos animais silvestres inicia o processo de reprodução, garantindo a renovação de cores e sons mesmo dentro da cidade.

E são os sons emitidos pelos pássaros que garantem o reconhecimento do período por especialistas e “não-especialistas”, como a maioria dos moradores da cidade.

Grandes copas de árvores podem abrigar dezenas de famílias de pássaros silvestres. Com sorte vemos um ou outro. Porém, os piados denunciam disputas, encontros e a proteção de filhotes que já nasceram.

“Digamos que agora começa a época romântica dos animais silvestres. E fica fácil reconhecer este período. É uma barulheria só”, brinca o coordenador do Centro de Recuperação de Animais Silvestres (Cras), Vinicius Andrade Lopes. Além de garantir a manutenção das espécies, o período também favorece o aumento do número de animais recebidos pelo Centro.

sábado, 17 de novembro de 2007

Baleia encalhada na Amazônia sumiu, diz Ibama

16/11/2007 - 23h12

KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

A baleia que encalhou nesta semana no rio Tapajós, região central da Amazônia, conseguiu se soltar da areia e desapareceu nesta sexta-feira da comunidade em que foi encontrada, em Belterra (1.445 km de Belém).

Biólogos do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) suspeitam que o animal, de cinco metros e meio de comprimento e 12 toneladas, tenha tomado um canal do rio que pode levá-lo de volta ao oceano Atlântico, que fica a cerca de mil quilômetros do ponto do encalhe.

Os moradores de comunidade do Piquiatuba temem que a baleia da espécie minke, que havia se tornado atração no local, esteja em perigo. Pelo único telefone do povoado, um aparelho público, o professor Jonathás dos Santos, 29, disse que a baleia foi vista seguindo o rumo oposto ao mar, em direção à cidade de Itaituba. "O rio Tapajós está mais seco e com mais bancos de areia nesse ponto [Itaituba]", afirmou.

O Ibama não confirmou a informação do morador. "A baleia foi embora hoje e não foi mais avistada. Não seguiu para Itaituba, provavelmente pegou o canal do rio e deve estar procurando seu rumo", disse o biólogo Daniel Cohenca, gerente-executivo do Ibama em Santarém.

Hoje, biólogos do Ibama e especialistas do IBJ (Instituto Baleia Jubarte) percorreram a região em barcos e até com um helicóptero, mas não localizaram a baleia.

Antes de desaparecer, o animal estava com batimentos cardíacos normais e sem queimaduras, conforme atestaram biólogos que o examinaram. Tinha uma escoriação superficial no dorso, causada provavelmente por doença ou acidente com embarcação.

A baleia foi encontrada por ribeirinhos na terça-feira, encalhada em um banco de areia. A suspeita é que ela tenha se perdido de sua rota, desorientada por doença ou acidente, e entrado no rio Amazonas pela ilha de Marajó. O rio Tapajós é afluente do rio Amazonas.

Atração

Nos dias em que permaneceu nas águas do Tapajós, a baleia tornou-se atração turística da comunidade do Piquiatuba (150 km de Santarém), que fica dentro da Floresta Nacional do Tapajós. A comunidade tem 74 famílias, uma escola, um posto médico e um telefone público.

Ontem (15), a comunidade recebeu visitantes em lanchas, barcos e canoas. O Ibama teve que fazer um cordão de isolamento em torno do animal por causa do assédio. "Foi muito difícil a operação de resgate ontem [anteontem] porque tinha muita gente querendo ver a baleia, tirar fotos. Mas estamos felizes porque ela tomou o rumo dela, a melhor maneira para ela conseguir voltar para a natureza", afirmou Cohenca.

Fonte: Folha Uol

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u346278.shtml

Baleia é achada viva, encalhada em areia do rio Tapajós, no PA

16/11/2007 - 08h14

KÁTIA BRASIL
da Agência Folha, em Manaus

Ribeirinhos de uma comunidade extrativista de Belterra, no Pará, encontraram na terça-feira (13) uma baleia viva encalhada em um banco de areia no rio Tapajós, região central da Amazônia. O animal está a cerca de mil quilômetros de distância do oceano Atlântico.

A suspeita é a de que a baleia tenha se perdido de sua rota e entrado no estuário do rio Amazonas pela ilha de Marajó. O rio Tapajós é um afluente do rio Amazonas.

O achado foi comunicado via rádio para o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) de Santarém (PA), que solicitou apoio ao IBJ (Instituto Baleia Jubarte). Com sede em Caravelas (BA), desde 1994 o instituto tem experiência em desencalhes de cetáceos.

"Uma baleia na Amazônia é muito atípico", disse Kátia Groch, médica-veterinária do IBJ. "Ela pode ter se desorientado de sua rota, talvez devido a uma doença. Só teremos certeza examinando-a."

O biólogo Daniel Cohenca, gerente-executivo do Ibama de Santarém, disse que a baleia é provavelmente da espécie minke (Balaenoptera acutorostrata) e tem cerca de cinco metros de comprimento. Está encalhada perto da comunidade de Piquiatuba, que fica dentro da Floresta Nacional do Tapajós.

A imagem de uma baleia na floresta amazônica causou surpresas aos ribeirinhos. "Tem gente que não acredita como um animal desse sobreviveu na água doce", disse Cohenca.

Ele afirmou que é possível que a baleia esteja há mais de dois meses no rio Tapajós, que tem águas profundas e transparentes. Ribeirinhos estavam comentando que uma "cobra grande" havia sido vista no rio. Crianças chegaram a ser orientadas a não nadar na região.

Daniel Cohenca disse que ontem equipes de biólogos do Ibama já se deslocaram de carro e barco para a comunidade do Piquiatuba --Belterra fica a 150 km de Santarém-- para interditar a área na qual foi encontrada a baleia. A equipe aguarda a chegada do médico-veterinário Nilton Marcondes, do IBJ, para iniciar o resgate do animal e devolvê-lo ao mar.

Groch afirmou que a probabilidade de a baleia sobreviver é pequena. A alta temperatura da água pode ressecar a pele do animal. "Ela está fora do seu habitat normal, numa condição atípica, estressada, muito longe do oceano. A probabilidade de sobreviver é baixa."

A comunidade do Piquiatuba, de 74 famílias, tenta amenizar o ressecamento da pele da baleia jogando água nela.

Todo ano, equipes do IBJ percorrem uma área de aproximadamente 600 km entre o município de Regência, no norte do Espírito Santo, e Nova Cabrália, no extremo sul baiano, procurando obter informações sobre encalhes e morte acidental ou intencional de cetáceos. Neste ano, as equipes encontraram 15 baleias encalhadas. Nenhuma sobreviveu.

Fonte: Folha Uol

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u346068.shtml